Temos uma tendência (quem escreve, refere-se a todos aqueles que lhe habitam o eu e que se convergem no seu sentir, semelhanças, de olhos outros com o que vai ser escrito e lido serão coincidências do olhar que se somam no mesmo ver) para sentirmos que o Amor é uma flor que nos cresce dentro do peito e que lhe damos cor com a luz do nosso olhar.
Nada mais errado, o Amor está fora, é flor, sim, mas que precisa mais do que o nosso olhar, precisa de cuidados, muitos, de carinho, de alimento, para poder colorir(desculpem, florir) com o nosso dar
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4 comentários:
Precisa de ser aceite, de nos sentirmos recebidos.
quase corei por tão imperdoável esquecimento, que na verdade esteve ausente no sentir da escrita.
Tens toda a razão, D. Agora em jeito de desculpa, sublinho que quando se fala de Amor, se parte do pressuposto que essa interacção existe.
Há momentos em que o dar parece mais importante que o saber que alguém recebe. Aí esquecemo-nos de nós. É assim que começa a dor. Doer por amor. O cúmulo. (perdoado, querido amigo)
Há amor que vive, e sobrevive sem carinho sem alimento, e esse sim também tras dor.
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